5 de jan de 2016

Resenha: Tangerine (2015)



Olá pessoal, já tem um tempo que não posto algum filme aqui,né?! O filme de hoje é o Tangerine, grazadeus consegui assistir <3 Já escrevi sobre ele aqui no blog, post.

                                          

Dirigido por: Sean Baker
Roteiro: Sean Baker, Chris Bergoch
Editado por: Sean Baker
Produtora: Duplass Brothers, Through Films
Distribuidora: Magnolia Pictures
Elenco:Gênero: Comédia, Drama
Kitana Kiki Rodriguez  (Sin-Dee Rella)
Mya Taylor (Alexandra) 
James Ransone (Chester)
Mickey O'Hagan (Dinah)
Karren Karagulian (Razmik)
Duração: 1h26min

Quando Sin-Dee cumpri a pena na cadeia, se encontra com a amiga Alexandra numa loja de rosquinhas e enquanto elas conversavam Alexandra acaba falando sobre Sin-Dee ser traída por seu namorado, Chester, com uma mulher cis, Sin-Dee resolve sair pra procurar essa mulher e resolver as coisas. Como Alexandra que contou isso, Sin-Dee fala para ela ir junto, Alexandra não queria ir porque achava que seria muito "drama" mas como Sin-Dee fala que por ela ter contado aquilo tinha meio que um "dever" de ajudá-la nessa busca, Alexandra aceita mas deixa bem claro pra amiga que não quer confusão, "No drama!". No caminho, Sin-Dee encontra algumas colegas e quase todas sabiam que ela era traída o que faz ela ficar com mais raiva, pelo menos já sabia que o nome da mulher começava com "D... alguma coisa".

Alexandra acompanhando a amiga, aproveitava para distribuir panfletos da sua performance que ocorreria mais tarde e Sin-Dee caçava por informações mas só recolhia incertezas.

Ela decide procurar um dos funcionários de Chester pra saber sobre a garota mas acaba se descontrolando e começando a gritar, Alexandra como tinha avisado que não queria "drama", caiu fora do lugar deixando a amiga resolver sua situação, ela até pensa por um instante em voltar mas acaba não voltando.


Razmik, um taxista armênio que gosta de ficar com mulheres trans mesmo tendo esposa e filha também se envolve nesse meio todo da confusão, além do foco na busca de Sin-Dee, mostra o lado da vivência do Razmik e sua família que no final todos são conectados de uma certa forma na história.

Diversos acontecimentos ocorrem no filme e prende você até o final deixando cada vez mais com vontade de querer saber o que vai acontecer. Além de ser gravado inteiramente por um iPhone, o filme aborda ótimos temas e possui um bom elenco dando visibilidade às trans, é muito bom você ter mulheres trans representando mulheres trans em filmes e tendo visibilidade no mundo artístico/profissional.

O filme não só mostra a vida das prostitutas, como também a vida de uma família que é construída a base de traição e um lado submisso/machista. O filme é ótimo e gostei bastante, vai virar um dos meus favoritos. E... O final é de ficar com o queixo no chão... ("spoiler" básico)






















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